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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Pokémon Go - O jogo (Grátis capas personalizadas p/ seu face)


Pokémon Go, é um jogo feito em realidade aumentada, no qual você usa seu celular para caçar os monstrinhos do desenho. Muita gente viciou no game, mas por outro lado, muitos o odeiam! 

Particularmente eu sou um dos que viciou no jogo!

Quem odeia alega que o jogo aliena as pessoas, é perigoso e tudo mais. Mas a realidade que percebo é que Pokémon Go veio para somar! Vejo pessoas aqui na cidade (Lajeado/RS) interagindo, se exercitando e enchendo praças e parques para curtir o jogo. 

Convenhamos tem que saber usar o jogo, ter um limite. O que acontece muito é a falta de limite das pessoas mesmo, gente que quer passar por cima de tudo e todos para conseguir algo para si própria. 
Pokémon Go é como uma bebida alcoólica, viciante, te deixa com vontade de quero mais, mas você é a única pessoa que pode controlar a situação. Não precisa beber até cair só porque tem a bebida ao seu alcance, não é mesmo?
Jogue, mas não deixe que isso interfira nas tarefas básicas do seu dia. 

Limite-se, respeite a opinião dos outros e aproveite esse grande game!

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O Jogo (by wikipedia)
Pokémon GO é um jogo eletrônico free-to-play de realidade aumentada voltado para smartphones. Foi desenvolvido por uma colaboração entre a Niantic, Inc., a Nintendo e a The Pokémon Company para as plataformas iOS e Android.[2][3] O jogo foi lançado em julho de 2016 em alguns países do mundo. Fazendo uso do GPS e câmera de dispositivos compatíveis, o jogo permite aos jogadores capturar, batalhar, e treinar criaturas virtuais, chamadas Pokémon, que aparecem nas telas de dispositivos como se fossem no mundo real. Um dispositivo opcional, o Pokémon Go Plus, um acessório que irá alertar os usuários quando Pokémons estiverem nas proximidades, está previsto para lançamento em breve.

Pokémon Go foi lançado com críticas mistas. Revisores elogiaram a experiência geral do jogo e o incentivo para a aventura no mundo real, embora salientando questões técnicas que eram aparentes no lançamento. Ele rapidamente se tornou um dos aplicativos móveis mais utilizados, logo após o lançamento e foi baixado por mais de 75 milhões de pessoas em todo o mundo. Ele foi creditado com a popularização baseadas em localização e realidade aumentada do jogo, bem como para a promoção da atividade física. Ele também atraiu controvérsia por alguns de seus jogadores terem se envolvido em acidentes e perturbarem visitantes de alguns locais públicos, como o Museu do Holocausto dos Estados Unidos em Washington, DC.

Utilizando a câmera de um smartphone, mapas e a localização GPS do jogador, o jogo coloca os pokémon no mundo real a partir da tecnologia de realidade virtual. A proposta é fazer com que o jogador explore as regiões de seu próprio mundo com objetivo de completar a Pokédex e vencer os estágios. O jogo utiliza uma mecânica semelhante ao do jogo Ingress, também desenvolvido pela Niantic Inc., que utiliza o GPS do smartphone para localizar a posição do jogador, a qual consequentemente será a posição de seu personagem no mundo virtual.



Jogabilidade
Conforme o jogador anda em sua cidade, vários pokémon selvagens podem aparecer no mapa, dependendo do tipo de região em que se encontra. Com isso, ao estar próximo a uma praia ou rio, por exemplo, será mais fácil encontrar Pokémon do tipo água. Ao encontrar um Pokémon, entra-se no modo de captura no qual é necessário mirar precisamente o Pokémon e arremessar a Pokébola. O Pokémon pode tentar desviar ou rebater a Pokébola, sendo necessário ter precisão ao movimentar o celular. Neste modo, o jogador pode optar por capturar num cenário virtual semelhante aos jogos tradicionais de Pokémon ou ativar o modo câmera, que substitui o cenário 3D do jogo pelo cenário do mundo real, ou seja, o lugar exato quê o usuário está, mostrando o Pokémon na sua frente, através do seu celular.

Existem diversas diferenças da versão beta em comparação ao jogo atual, sendo notável a presença da imagem de um professor que orienta o jogador sobre os pokémon, ensinando-o a jogar, assim como nos jogos originais da série, e o re-design completo dos modelos em 3D dos treinadores, que agora possuem uma aparência mais semelhante ao estilo anime. Até o momento, apenas os 151 primeiros Pokémon estão disponíveis, e ainda não há a opção de trocar os Pokémon com um amigo localmente.

O cenário do mundo real pode ser substituído por um cenário virtual a qualquer momento, capturando os Pokémon e realizando missões, como, por exemplo, evoluir o seu personagem ao andar 100km. Quanto maior o nível do personagem do jogador, mais fácil será para achar Pokémon mais fortes. É possível, também, ganhar itens como Pokébolas. Dependendo da cidade, o jogador pode achar PokéStops, que normalmente são localizadas em pontos turísticos, nos quais é possível recolher itens caso ninguém tenha passado pelo lugar nos 5 minutos anteriores. Nessas PokeStops são distribuídas poções, pokébolas e até mesmo ovos Pokémon que, assim como no jogo, irão chocar conforme o jogador anda pela cidade.

Assim como nos jogos oficiais da série, também se pode encontrar estágios. Ao encontrar um estágio, se é obrigado a escolher um time, Vermelho, Azul ou Amarelo, cada qual representando a cor de uma das três aves lendárias, Moltres, Articuno e Zapdos. Se este ginásio for do mesmo time que o do usuário, ele pode treinar nele e evoluir seus Pokémon. Caso se tenha encontrado um ginásio inimigo, então irá batalhar com todos os membros e, caso ganhe, poderá tomar este ginásio para o time ao qual pertence, tornando-se o dono dele. Neste modo de batalha, também pode-se optar por utilizar o modo câmera para ver o Pokémon batalhando no mundo real. Caso os itens acabem e não haja uma PokéStop por perto, o usuário pode optar por comprar itens na loja do jogo.

Esta não é a primeira vez que a Nintendo junta a franquia Pokémon com a Realidade Aumentada. No jogo Pokémon Dream Radar, lançado para Nintendo 3DS, o console era utilizado para tentar capturar os Pokémons que apareciam ao redor olhando pela tela do 3DS. Os Pokémons capturados podiam ser transferido para os jogos Pokémon Black 2 e White 2. Entretanto, foi apenas em Pokémon GO que tal tecnologia foi utilizada na franquia de maneira tão profunda, visto que o jogo foca totalmente na realidade aumentada literalmente colocando os Pokémons no mundo real interagindo com elementos reais através do celular.



PokeStop

É o termo utilizado no jogo Pokémon Go que designa os pontos onde o jogador pode conseguir itens como poções, incensos, revives, doces, pokébolas (pokéballs), ovos (eggs) ou até mesmo Pokémon. Nestes locais, não há a necessidade de lutar para conseguir Pokémon quando estes estão disponíveis nos PokeStops, os demais itens também são gratuitos.

Para encontrar os PokeStops, o jogador deve se orientar pelo mapa do jogo e basta se aproximar com seu smartphone e pegar o que está disponível no local utilizando o aplicativo para girar o disco azul que irá aparecer. Há a possibilidade de simplesmente sair do PokeStop que os itens também serão apanhados, no entanto, não funciona se estiver em deslocamento com carro ou ônibus.

Os PokeStops podem estar localizadas em shoppings, monumentos, praças, parques e lugares públicos em geral. Existem maior concentração nas grandes cidades do que nas pequenas, mas em geral não é necessário um deslocamento muito grande para encontrar um, sendo que são mais comuns do que os ginásios.



Desenvolvimento

John Hanke, o fundador da empresa Niantic.
O conceito para o jogo foi concebido em 2014 por Satoru Iwata da Nintendo e Tsunekazu Ishihara da The Pokémon Company como uma brincadeira de 1 de abril em colaboração com Google, chamado Pokémon Challenge. Ishihara tinha sido um desenvolvedor fã do jogo de realidade aumentada anterior da Niantic, Ingress, e viu o conceito do jogo como um jogo perfeito para série Pokémon.
A Niantic eventualmente iria utilizar dados de Ingress para preencher locais com PokéStops e ginásios dentro de Pokémon Go. Em 10 de dezembro de 2015, Ishihara dedicou seu discurso no anúncio do jogo a Iwata, que tinha morrido dois meses antes. A trilha sonora do jogo foi escrita pelo compositor de longa data da série Pokémon, Junichi Masuda, que também contribuiu com algum design do jogo. Entre os designers visuais está Dennis Hwang, que já havia trabalhado na Google, e criou o logotipo do Gmail.

Em 4 de março de 2016, começou a fase de testes de Pokémon GO no Japão, e em 7 de abril do mesmo ano começaram os testes na Nova Zelândia e Austrália. Mais tarde, em 16 de maio, a Niantic anunciou em seu blog que o jogo entraria em fase de testes também nos Estados Unidos. O teste chegou ao fim em 30 de junho.

Em 24 de julho, John Hanke revelou as aparências dos três líderes de equipe na Comic-Con 2016: Candela (Time Valor), Blanche (Time Místico), e Spark (Time Instinto). Hanke comentou que aproximadamente 10% das ideias para o jogo foram implementadas. Atualizações futuras, incluindo novos Pokémons e trocas entre os jogadores, bem como a implementação de Pokémon Centers em PokéStops, correções na função de busca de Pokémons nos arredores e treinamento mais fácil foram também confirmados. Hanke também afirmou que a Niantic seria a responsável pelo suporte do jogo nos próximos anos.


Acessório
O Pokémon Go Plus é um dispositivo ainda não lançado equipado com Bluetooth que permitirá aos jogadores executar determinadas ações no jogo sem olhar para o seu smartphone. Quando um jogador estiver perto de um Pokémon ou PokéStop, por exemplo, o Plus vibrará. O jogador poderá, em seguida, pressionar o botão para capturar um Pokémon em sua pulseira, sem poder, entretanto, verificar sua captura até que o acessório esteja conectado ao smartphone para transferir as informações.

O lançamento foi originalmente previsto para final de julho, mas foi adiado para setembro de 2016. O visual do acessório é uma combinação de uma Pokébola com o formato característico do pin usado no Google Maps. Segundo Hanke, A decisão de criar um dispositivo novo em vez de um aplicativo para smartwatches tem fundamento na acessibilidade a jogadores para os quais um relógio inteligente possa ser proibitivamente caro. O Plus, que teve um preço de pré-venda de US$34,99, foi catalogado no eBay por mais de US$100 após o fim dos estoques da Amazon, GameStop e da loja oficial Pokémon.


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Abaixo capas para Facebook! Qual seu time?!




quarta-feira, 27 de julho de 2016

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Pokémon Go?


Vivemos em um mundo onde abandonam animais de verdade e buscam animais de mentira.

(Arte-final: Start up! Artes Gráficas 3D. Frase: Pet's Perdido/Achados - Vale do Taquari)

E você, o que acha?

Creative Cloud atualiza e Adobe usa projeto de Brasileiro como tema da nova edição do photoshop


A Adobe no dia 20 de junho de 2016, lançou outras atualizações para alguns aplicativos da suíte Creative Cloud. Confira agora algumas que você vai adorar.
Mais, antes de ver as atualizações, vamos direcionar os holofotes para o que ocorreu na de first screen (tela de abertura) que foi o projeto  Impossible Sea do artista digital  Jack Usephot. 4 anos de Design Gráfico e começou a estudar Creative Retouching 2 anos atrás.

PARABÉNS JACK! Sucesso rapaz!
Voltando os holofotes, vamos ver as atualizações.
TRABALHE AINDA MAIS RÁPIDO COM O ADOBE STOCK
Novo recurso: acesse uma coleção profissionalmente mantida de imagens Premium de alguns dos principais profissionais de criação do mundo, tudo isso diretamente dos seus aplicativos.
Agora você pode ir fazendo o JOB, e enquanto o cliente não aprova a imagem, vetor ou vídeo, você terá uma prévia dos arquivos, visite o site do Adobe Stock ou entre pela galeria dos aplicativos da suíte e escolha o sua prévia para seu projeto, seja gráficos vetoriais, imagens e vídeos, depois do JOB aprovado e garantido, com  a licença de uso você poderá substituí-las pelas versões em alta resolução.
Video Player
“O Adobe Stock disponibiliza milhões de imagens, gráficos e vídeos diretamente do Photoshop, do Illustrator e de todos os seus aplicativos favoritos, para você passar mais tempo desenvolvendo do que pesquisando. Encontre o ativo certo imediatamente e crie algo incrível. ”
 Adobe Photoshop
O nosso queridinho, também passou por algumas “reformas”, que particularmente adorei. Vamos dar uma olhadinha!
Dissolver ou Liquify
O aperfeiçoamento desta ferramenta possibilita o seu manuseio com sensibilidade ao rosto!  Para quem ainda não sabe essa ferramenta serve para muitas coisas como por exemplo; Emagrecimento, engordar ou até mesmo fazer uma caricatura, etc. Ainda pode-se fazer todo esse processo manualmente, a diferença foi este recurso para que o usuário ganhe tempo na hora da produção.
O filtro dissolver agora apresenta a funcionalidade avançada sensível ao rosto que identifica automaticamente olhos, narizes, bocas e outros traços faciais, tornando mais fácil ajustá-los. Dissolver sensível ao rosto é ótimo para retocar fotos de retrato, criar caricaturas e fazer muito mais. É possível usar dissolver sensível ao rosto como um filtro inteligente em uma edição não destrutiva. Selecione Filtros > dissolver e escolha a ferramenta Rosto () na caixa de diálogo Dissolver.
Olhos

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Nariz

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Boca

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Rosto

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Veja na prática

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Seleção e espaço de máscara
Criar seleções precisas e máscaras no Photoshop agora é mais rápido e fácil do que nunca. Uma nova área de trabalho dedicada ajuda a fazer seleções e máscaras precisas. Use ferramentas como Pincel para refinar borda para separar claramente os elementos do primeiro e do segundo planos e para fazer muito mais.
Para invocar a área de trabalho, clique em Selecionar e mascarar na barra de Opções quando uma ferramenta de seleção está ativada. Opcionalmente, pressione Ctrl+Alt+R (Windows) ou Cmd+Option+R (Mac).
Video Player
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03:00
Buscar fontes semelhantes

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Elimine riscos de identificar determinadas fontes e deixe que o Photoshop CC faça o trabalho árduo para você. Graças à mágica da análise inteligente da imagem, usando apenas uma imagem de uma fonte latina, o Photoshop CC pode usar o aprendizado da máquina para detectar qual é a fonte e fazer a correspondência dela com as fontes licenciadas em seu computador ou no Typekit, sugerindo fontes semelhantes.
Ferramenta Cortar sensível ao Conteúdo
O Photoshop CC agora usa a tecnologia sensível a conteúdo para preencher de forma inteligente as lacunas quando você usa a ferramenta Corte demarcado para girar ou corrigir uma imagem ou expandir sua tela além do tamanho original da imagem.
Ao usar a ferramenta Corte , selecione Sensível a conteúdo na barra de Opções.

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Para mais informações, da uma olhadinha nesses links  com as atualizações de cada aplicativo.
Bem galera, essas foram algumas das atualizações da suíte Adobe Creative Cloud, e o grande sucesso do JOB do JACK. Espero que vocês tenham gostado, compartilhe e ajude-nos, a ir cada dia mais longe.
Um Abraço e Bons Jobs!

Fonte: http://www.designculture.com.br/

VOCÊ PODE “FAZER” O PRÓXIMO LOGOTIPO DO MOZILLA!


Os criadores do Firefox acabam de tornar o logotipo do Mozilla em “open source”, o que permite que a comunidade “crie” o novo logo da organização (que é sem fins lucrativos).

Logotipo do Mozilla

Caso você não saiba, Mozilla é o nome do grupo sem fins lucrativos que criou o Firefox – o segundo navegador mais usado do mundo!
Evidentemente, o grupo não é tão conhecido quanto o navegador, e segundo Tim Murray (o diretor criativo
[que não tem criatividade para criar um logo]), o motivo é que a “marca atual é insuficiente para as comunicações modernas, tendo apenas uma tipografia sem cores.”
E para resolver isso, Murray acredita que o jeito é tornar a identidade “open source” (entre aspas mesmo), pois segundo ele “o design tradicional faz identidades visuais à portas fechadas, saídas das mãos de agências e experts que entregam um projeto já concluído ao público. Uma maneira de projetar que gera muitas críticas na internet“.
E nesse ponto devemos concordar com Murray: infelizmente muitos projetos são feito às escuras e sem mal abordar o público-alvo. Mas esse é um problema de preguiçosos e/ou incompetentes, e não do estudo de design em si.
Porém, se você leu a série “como fazer a melhor marca da sua vida“, esse problema não faz parte da sua vida. Mas continuemos!
logotipo-mozilla-edicao-publica-open-source-firefox-2

Conceito do Mozilla

Mozilla é a combinação de “Mosaic” (primeiro navegador do grupo) e, obviamente, Godzilla.
E agora que precisam de um redesign, dois problemas estão sendo abordados:
  • Fazer um redesign que honre o compromisso da Mozilla com a transparência e colaboração da comunidade.
  • Fazer um redesign que não gere mimimi nas redes sociais.
Por isso o grupo contratou a agência Johnson Banks, que começará fazer o novo logo da Mozilla nesta quarta-feira – e aí vem a definição do grupo de “open source”:
A agência se comunicará diretamente com o público do Mozilla Firefox para pegar feedbacks!
O que é muito interessante, mas uma enorme loucura ao meu ver: centenas de pessoas da comunidade (sendo uma maioria que nem sabe o que é design) dando palpites para o novo logotipo. Qual é o potencial de sucesso disso?
No senso comum (para o qual vou pender), a chance é zero. Mas existe um conceito científico que pode me fazer quebrar a cara: o coletivo é mais eficiente e produtivo que indivíduos.
logotipo-mozilla-edicao-publica-open-source-firefox-3
Um exemplo é um estudo de Francis Galton, um cientista inglês do século 19 que foi a uma feira de gados dar tickets para que as pessoas chutassem o peso de uma vaca.
Evidentemente, a maioria das pessoas errava feio – mas o grupo não!
Após coletar mais de 700 tickets e tirar uma média, descobriu-se que o coletivo errou em apenas uns 4kg – o que é incrível ao considerar que não era um trabalho cooperativo, mas sim de chutes individuais.
E não, de fato não chegaram ao peso correto, mas em termos estatísticos, o resultado é tão aproximado que o erro pode (e deve) ser desconsiderado!
Com isso em mente, agora é só torcer que o conceito da vaca se repita (para não sair uma porcaria)… Mas e você, o que pensa disso?

Fonte: http://www.temporalcerebral.com.br/

[FREE] TIPOGRAFIA BRASILEIRA PREMIADA DISPONÍVEL PARA DOWNLOAD GRATUITO (ROOFTOP)!



Inspirada nas pixações de extensor de Brasília, a Fonte Rooftop recebeu o prêmio Behance Appreciation Award de 2016 – e o seu criador ainda é apenas um estudante :P
Essa tipografia nasceu na matéria Análise Gráfica 1 (
já aguardo pelo prêmio da 2), como projeto doMindú (apelido de graffiti do designer Róbsom Aurélio) – e você pode apreciá-la (e baixá-la) logo abaixo:

O Desafio


Criar uma fonte com as 26 letras do alfabeto, incluindo números – era só isso que ele precisava.
Mas em vez de fazer só mais uma tipografia, Róbsom optou por um tema diferenciado (a pixação de extensor brasiliense), que levantou os seguintes pontos que a premiou:
  • As fontes brasileiras do gênero têm apenas letras maiúsculas.
  • Como é de se esperar, a legibilidade não costuma ser das melhores.
  • A maioria é um tanto limitada, não passando das letras e números básicos.
E assim nasceu a fonte Rooftopuma tipografia completíssima com mais de 200 caracteres, incluindo letras minúsculas, dezenas de glifos e legibilidade para ser usada até mesmo em legendas de filmes!

Conceito

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Suas letras se inspiram na essência das formas mais recorrentes do graffiti brasileiro, aplicando a arte sem sacrificar sua ergonomia (o que é design em sua mais pura forma)!
E assim nasceu a “brasilidade” da fonte Rooftop, que embora ressalte os traços brasilienses, garante que qualquer tupiniquim amante do graffiti possa amá-la!
O tema foi uma oportunidade de levar a pixação a universidade, local demasiadamente elitizado onde nem sempre as vozes da periferia são levadas em consideração.
Além de um protesto contra o elitismo acadêmico, a fonte Rooftop também protesta contra o preconceito contra Brasília, que como o designer expõe:
“É tida por outros como palco de escândalos, não sendo raro pessoas falarem em jogar bombas em Brasília.
O que seria ótimo, se a corrupção política não fosse só um reflexo do povo… mas continuando:

Friamente Calculada

rooftop-tipografia-brasileira-premiada-disponivel-download-6
Por questões de legibilidade, o tipografia foi inspirada nas pixações de rolo fixadas em extensor, que proporciona melhor leitura devido às próprias limitações de movimento (diferente do spray).
O intuito da pixação de extensor é justamente alcançar locais mais altos, o que se reflete em seu nomeRooftop (nome dos graffitis feitos a partir de telhados [onde o spray não funcionaria]).
Outra boa razão para sua escolha é o fato do rolo dar um peso de linha diferente conforme o movimento.
Exemplo: as linhas verticais costumam ser mais largas que as horizontais, por causa do formato do rolinho (retangular), o que dá a ela uma naturalidade semelhante à escrita humanista – cujas formas derivam do movimento da mão do escritor.

Download

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Mas se você quiser apenas a maravilhosa fonte Rooftop, é só clickar aí e ir ao portfólio do Róbsom!

Fonte: http://www.temporalcerebral.com.br/


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