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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Start up! Artes Gráficas 3D - Lajeado/RS





Quem somos

Trabalhamos em Home Office na cidade de Lajeado/RS.
A Start up! Artes Gráficas 3D é uma empresa voltada para artes gráficas e impressos gráficos.
Com profissionais altamente capacitados, buscamos ao máximo a excelência em nossos trabalhos.

Entregamos nossos impressos para todo o Brasil com frete grátis. 
Trabalhamos com arte final para vários países sem custo adicional!

Somos especialistas em:
- Logotipos 2D e 3D
- Artes para embalagens
- Cartões de visita
- Adesivos
- Banners
- Flyers
- Imãs de geladeira
- Pastas
- Receituários
- Artes gráficas em geral
- Toda parte de propaganda impressa

- Artes para redes sociais


Quando precisar de algum impresso gráfico ou arte, fale conosco! Envie um e-mail para artes.startup@gmail.com e peça um orçamento sem compromisso.











Qualidade garantida

A cada novo trabalho que nos é passado, nos sentimos responsáveis por inovar e criar diferenciais.

Muito além de qualquer coisa, deve-se fazer um trabalho respeitando a ideia do cliente mas sem deixar de lado o fator qualidade. Pois de nada adiantaria o cliente ficar satisfeito com o trabalho que realizamos e ele não obter sucesso.

Pensando nisso fizemos algo mais que nosso trabalho, pensamos no futuro de nosso cliente. O sucesso de nosso cliente, com certeza é o nosso sucesso.
A qualidade é fundamental elemento em nossos trabalhos.


Contatos: artes.startup@gmail.com


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

5 Dicas para Criar Emails que Sejam Lidos


Sabe durante quanto tempo um leitor vê o seu email? Segundo Jakob Nielsen, perito em usabilidade na web, os utilizadores passam, em média, cerca de 50 segundos a ler o nosso email. Cada vez mais lemos e processamos os emails em alta velocidade. Por vezes temos a caixa de entrada inundada com mensagens para resolver, e de forma a termos tempo suficiente para desempenhar as outras nossas tarefas, temos de nos tornar eficientes a lidar com o email que recebemos. O que é que se pode fazer de forma a que a mensagem que queremos transmitir por email atraia a atenção do leitor para que ele não se sinta tentado a carregar logo na tecla delete?
A próxima vez que estiver usando sua ferramenta de email marketing, utilize estas 5 dicas para criar emails que mantenham os seus leitores envolvidos com a sua mensagem e o seu conteúdo.

1. UMA ESTRUTURA SÓLIDA

Para ver as árvores, primeiro é preciso ver a floresta. Comece com o panorama geral para conseguir delinear a estrutura básica da sua mensagem. Desenvolva a hierarquia da sua informação ao determinar os seguintes pontos:
  • Qual é a informação específica mais importante?
  • Este é o conceito principal que quer que o seu leitor perceba do seu email. Qual é o seu conceito principal a ser transmitido?
  • Qual é a segunda informação mais importante?
  • Pode ser algum tipo de notícia secundária, ou promoção contínua, ou produtos permanentes que tem para vender, ou uma lista de serviços, etc
  • Qual é a informação menos importante? Esta poderá ser informação de contactos e direitos de autor (copyright), termos de serviço e outros do género.
Quando desenhar e implementar o layout da sua newsletter, escolha entre uma ou duas colunas. Uma coluna poderá facilitar a atenção do utilizador ao centro, no entanto, duas colunas não fica necessariamente atrás se conseguir colocar o seu conteúdo de forma organizada. Se optar por duas colunas, lembre-se que no mundo ocidental lemos da esquerda para a direita, portanto os tópicos mais importantes deverão estar do lado esquerdo do ecrã, porque é para aí que os olhos do leitor irão. É possível criar por si mesmo a sua própria newsletter de email em HTML.

2. USE IMAGENS, MAS NÃO ABUSE

As imagens atraem a atenção do leitor, mas fazem com que os emails levem mais tempo a carregar, portanto use-as moderadamente. Vários recipientes de email têm as imagens desabilitadas. Poderão permitir HTML, mas não as imagens de forma automática, como é o caso do Gmail, onde normalmente é necessário permitir ver as imagens. Certifique-se que a sua mensagem de email pode ser entendida se as suas imagens não forem visíveis à partida. Para tal, adicione uma descrição “Alt” e “Title” a cada imagem.
Desta forma, se o leitor não conseguir ver a imagem, ele poderá ao menos ler uma descrição da mesma. Se as imagens desempenharem um papel importante no seu email, adicione uma pequena frase na imagem de cabeçalho de email que mencione algo do género: “Para melhor visualização, por favor habilite as imagens neste email”. Note como essa frase só irá aparecer se o utilizador tiver as imagens desabilitadas, o que os irá levar a habilitar o modo de imagens.

3. NÃO COMPLIQUE NO DESIGN

No seu cliente de email, quando está a escrever uma mensagem, você tem acesso a várias fontes e cores que pode escolher. Não complique. Escolha uma cor escura e neutral, do género um cinza escuro ou preto para usar pelo menos no corpo de texto e introdução. Estas serão as áreas de maior importância, que irão dar o contraste com outras cores que poderá usar noutras áreas de menor importância.
Nestas, use um fundo mais claro para ter menos contraste, mas tenha em atenção para que o contraste ainda assim seja suficiente para que o texto nessas áreas seja inteligível o suficiente. Ao tornar estas áreas secundárias com menor contraste, vai significar que os olhos do leitor irão para as áreas principais, aquelas que têm o maior destaque, e depois irão deslocar-se só para as áreas de menor contraste.
Lembre-se de usar um tipo de cor apenas para o seu texto de hyperlink. Enquanto que o texto normal poderá ser um cinza escuro ou preto, o texto dos hyperlinks deverá ser o azul padrão, ou então a cor do seu branding ou logótipo, para ser coerente com a sua marca ou website.

4. MANTENHA OS EMAILS CURTOS

Se o leitor apenas lê o seu email durante 50 segundos, então não terá muito tempo para ler a sua mensagem. Pense na sua mensagem como um sumário, e imagine que é um jornalista: faça a cobertura da história principal, dê alguns factos que suportem a mesma, e faça um apanhado da coisa com um apelo à ação para dar a entender ao leitor o que eles podem fazer a seguir.

5. NÃO USE CAPSLOCK

Evite usar letras de caixa alta (caps lock) nos seus emails. Primeiro, porque representa como se fosse uma pessoa a gritar, o que é grosseiro. E segundo, torna-se difícil de ler, porque o ritmo normal de texto inclui letras de caixa alta e letras de caixa baixa. Imagine ler um livro todo com LETRAS DE CAIXA ALTA.
Seria altamente desconfortável para os olhos. Usar letras de caixa alta torna mais lento o processo de leitura, que é o contrário daquilo que queremos fazer. Use estas dicas para criar um email que seja lido pelo seu leitor e que o ajude a obter mais tempo de leitura e envolvimento consigo.
Fonte: http://www.designculture.com.br/

Que tal alguns Quadrinhos Ácidos?!









Fonte: http://www.quadrinhosacidos.com.br/

COMO DESIGNERS DEVEM LIDAR COM CLIENTES CHATOS?



O cliente nos enriquece tanto quanto nos adoece… Como não enfartar com eles?
Quem responde é Carl Heaton, um famoso webdesigner há já 18 anos e criador de diversos trabalhos de UX Design de alto nível.
Nesses 18 anos, ele obviamente vivenciou muitas desgraças com os clientes – e decidiu dividir isso com o mundo! Então aproveite essa assessoria gratuita aí ; )

Seja direto!

Neste primeiro contato, que para muitos é preferível que seja por e-mail, aproxime-se da seguinte maneira:
“Prezado Sr. Cliente Chato,
Obrigado pelo seu interesse em nosso trabalho. Poderia nos dizer como nos achou?”
Com esse email você já terá uma noção do quanto o cliente pode pagar, por exemplo!
Portanto, pegue o maior número de informações que você puder nos primeiros contatos – mas cuidado para não ser apressado e curioso, pois você pode acabar espantando o cliente.
Nesse primeiro teste, você saberá se esse é um cliente com o qual você deve trabalhar; percebendo se ele realmente irá valorizar o seu trabalho e fazer uma negociação justa e honesta.
Importante: lembre-se que emails são considerados documentos jurídicos. O que alí for combinado, pode ser levado a juízo por ambas as partes se necessário.

Eu não posso perder esse projeto!

Frequentemente esses clientes acabam caindo fora, mas acabam retornando!
E muitas vezes retornam bem mais humildes e – e se Odin quiser -, já cientes que estão falando com um profissional sério e finalmente irá respeitá-lo.
“Tenho a impressão que eles pensam que nós ficamos à toa no computador ouvindo música e tudo é feito num passe de mágica!”

O formulário

Mande o e-mail exigindo com clareza os seguintes aspectos:
  • Briefing, como você bem conhece
    Prazo
    Orçamento
Se o cliente se recusar a preencher o formulário, talvez seja a hora de partir!
Por quê? Oras, ele não está levando nem o seu trabalho e nem o seu profissionalismo a sério. Talvez ele realmente pense que você é um mago e não um designer!
Pense: se ele estivesse lidando com um médico, ele ocultaria algo? Deixaria de informar sintomas? Por que você também não é digno de atenção como outros profissionais?
Mas sempre seja cortês: recomende a ele algum outro profissional que possa ajudar (ou arranje uma ótima desculpa)!
Mais do que profissionalismo, também é uma atitude inteligente que pode fazer esse cliente chato refletir no porquê ele foi recusado e, quem sabe, voltarem atrás.

Caso passe da fase do formulário…

Você deve encontrar o cliente, num bom ambiente, e você deve OUVIR o cliente – esse é a principal dica.
O designer NÃO deve jamais tentar empurrar um projeto no cliente!
Muitos designer pensam que o cliente não sabe nada do que quer… Mas quem sabe do negócio dele mais que ele? Você e o seu nankin?
Seja humilde e aprenda com o seu cliente, de forma que você possa adaptar suas habilidades e talentos as necessidades do cliente chato.
Após esse encontro, você terá uma ideia clara do projeto, como o nível de qualidade esperada – no caso de webdesign, você já pode sair com um sitemap, diz Heaton.

O grande teste!

É a hora de pegar o pagamento inicial; é nessa hora que você terá certeza se realmente vale a pena manter este cliente (ou se é uma grande furada).
“Pense: se ele não pode fazer um depósito inicial, por que ele pagaria o resto do projeto como deveria?”
Não aceite promessas, “propagandas” ou qualquer coisa do tipo; o teu contrato já deve conter uma cláusula de pagamento inicial (e dos outros, o qual você irá usar para lembrar o cliente em caso de problemas).
Ele pagou para começar? Então talvez ele não seja um cliente chato assim!

O projeto decola!

Comece seu projeto com muita dedicação, até que você possa enviar uma boa proposta inicial ao seu cliente; assim que ele aprovar esse trabalho, peça uma confirmação clara (no e-mail, para servir de prova) de que o projeto deve continuar!
Para uma boa comunicação, Carl recomenda não só e-mail, mas uma confirmação cara-a-cara ou por Skype!
E lembre-se: tudo o que for proposto deve ser mutualmente benéfico!
Não aceite propostas que não te agradam e que fatalmente irão minar sua dedicação ao projeto de alguma maneira!

Mudanças, mudanças é mais mudanças!

Sempre há o risco do cliente nunca estar satisfeito, o que tomará o tempo que você poderia estar usando para ganhar dinheiro e jogar Pokémon Go!
Lembre-se que você é uma empresa (mesmo que seja de uma pessoa só)!
O seu contrato deve esclarecer a quantidade de mudanças permitidas (como 3, por exemplo); caso mudanças adicionais sejam feitas, o contrato deve estipular um valor a ser cobrado – muitas vezes em horas!
Isso não só irá desestimular a insatisfação do cliente, como vai te liberar para um próximo job ou quem sabe até ganhar um dinheiro extra com esse mala :P

Chegamos ao fim!

É importante que o cliente nunca receba o resultado final do projeto sem antes pagar por ele, garantindo que dores de cabeça não ocorrerão!
Muitos não consideram isso realmente importante, mas se você não exigir isso em seu contrato, certamente você levará algumas “pernadas” até aprender que deve cobrar pelo arquivo final!

E você, o que já teve aturar de cliente chato? Compartilhe, pois sua opinião pode ajudar muita gente!


Fonte: http://www.temporalcerebral.com.br/

A importância de ter um contrato de confidencialidade na sua empresa


Na linguagem da vovó estamos falando do velho chavão “o segredo é a alma do negócio.” E você não imagina quantos segredos há na alma dos empreendimentos de sucesso. Se você preferir, pode também chamar de “o pulo do gato”, o importante é estar ciente que o que faz do seu negócio algo de sucesso ainda que você esteja no mesmo ramo de milhares de outros empresários falidos não pode e nem deve ser de domínio público.

Por que exigir confidencialidade dos seus colaboradores?

Quando se tem talento para algo, as ideias mais geniais surgem na cabeça do empreendedor de forma natural e, por isso, parecem bobas, comuns e até mesmo sem importância. Não se engane! Muitas vezes é a azeitona misturada  ao recheio da coxinha que faz o buffet da sua vizinha ter muito mais clientes do que outros que não atentaram para esse detalhe.
É claro que a azeitona na coxinha é uma metáfora, mas, o que torna o seu negócio diferenciado em relação aos demais deve ser mantido em segredo por uma razão simples: Se for descoberto o seu segredo qual será o diferencial do seu negócio?
Eu mesma já tive que assinar um contrato desses tamanha a especificidade das estratégias de marketing para encantar clientes de uma empresa em que trabalhei. Tudo era pensado de uma maneira única, criada e voltada para a marca com metodologia exclusiva de abordagem, técnicas de vendas, programação visual, reuniões com clientes. E isso se renovava a cada seis meses. Sem dúvida foi um daqueles trabalhos que te ensinam para o resto da vida.

O que deve ser ou não confidencial?

O meu lado filha única exclusivista grita que tudo deve ser mantido em segredo. Mas, não é bem assim. O que deve ser primeiramente analisado é o impacto que o vazamento de certas informações da sua empresa pode causar. Porque, além de fornecer armas para a concorrência, esse vazamento pode expor a sua empresa a imbróglios como questionamentos dos famosos “críticos de tudo” que, a depender de como são feitos e divulgados podem abalar a sólida imagem arduamente construída ao longo dos anos.
Portanto, é importante especificar o que é confidencial dentro do seu negócio e detalhar a informação ao máximo. Até porque o seu funcionário de hoje, pode ser seu concorrente amanhã e se a informação a ser mantida em sigilo requer patentes e tudo mais, não marque bobeira e procure um advogado.
No contrato o termo confidencialidade deve ser explícito como sendo algo que abrange todos os tipos de comunicação, incluindo a verbal, porque, quem conta um conto aumenta um ponto mas não esquece o conto. Seja método, tecnologia, estrutura organizacional ou o que for. Se você julga que este ou aquele detalhe do seu negócio é o que faz dele um sucesso, não tenha dúvidas e exija total sigilo a respeito. E por escrito.

Das penalidades por quebra de sigilo

As formas de pagar pelo erro devem estar explícitas também no contrato. É possível exigir o pagamento de uma multa pré-fixada além da dispensa por justa causa, claro. O ressarcimento dos prejuízos causados à empresa pelo vazamento da informação e ainda uma indenização pela quebra do devido sigilo. Se a penalidade escolhida for o ressarcimento dos lucros perdidos a empresa fica comprometida a comprovar tais prejuízos.

E o prazo de validade?

Bem, tudo depende do tipo de informação a ser mantida em sigilo. Dados financeiros por exemplo, tem um contrato de confidencialidade que pode expirar assim que a empresa declarar seus ganhos no final do ano. Porém, metodologias de trabalho e rotinas corporativas específicas podem ser mantidas em segredo para sempre, desde que o funcionário assine um contrato que conste isso, ou seja, uma cláusula que diga que, mesmo que não esteja mais trabalhando na empresa ele não está autorizado a divulgar tais informações.
Eu assinei um desses que dizia que mesmo depois de ter trabalhado lá (por 5 anos), se divulgasse qualquer uma das práticas constantes do manual de normas e procedimentos da empresa, pagaria uma multa nada barata. Mas eu adorava trabalhar lá…

Fonte: http://www.carreirasolo.org/

Com a crise, seria a hora de baixar os preços dos projetos de design?


Você com certeza deve estar ciente de que o Brasil vem enfrentando um período difícil, ou como está sendo popularmente conhecido: um momento de crise, que se iniciou no cenário político e que acabou influenciando fortemente a economia do país.
O resultado prático disso foi o constante aumento do índice de desemprego, inflação, falta de investimento por parte das empresas etc.
Diante desse cenário passei a observar o meu próprio trabalho como designer freelancer e me perguntei se esses fatores de alguma forma não estariam me atingindo, e fazendo uma breve avaliação acredito que sim, o atual momento econômico do país está influenciando no desempenho do meu negócio.
Acredito nisso por ter percebido que houve uma redução no meu número médio de clientes, nos tipos de serviços solicitados, no aumento do tempo de entrada de um novo projeto, na redução do número de solicitações de orçamento, entre outros fatores.
Pensando se isso só estaria acontecendo comigo decidi conversar informalmente com outros colegas de profissão e constatei então que eles também estão enfrentando as mesmas dificuldades que eu no que diz respeito ao número de clientes e fechamento de novos projetos.
Vale destacar que essas constatações que tive foram baseadas única e exclusivamente em minha própria rotina de trabalho e conversas com outros profissionais e não através de uma pesquisa detalhada sobre o cenário econômico do design nacional.
Pensando em como poderia contornar essa situação adversa passei então a me fazer a seguinte pergunta: seria então o momento de reduzir os preços dos meus projetos de design?
Isso por que até então em nenhum momento eu havia feito qualquer ajuste ou redução no custo do meu serviço, acreditei que isso não seria necessário e que poderia resolver o problema da redução de clientes de outras maneiras.
No entanto observando outras empresas e negócios vi que a redução dos preços se tornou uma prática comum nesse momento de crise econômica, sendo assim passei a começar a considerar a redução dos preços dos meus projetos de design.
Confesso que ainda não cheguei em um veredito sobre esse assunto porém já estou me planejando para o caso de optar pela redução do preço. Falo que estou me planejando pois é importante deixar bem claro que reduzir os preços de um serviço ou produto não é uma tarefa que deve ser feita de qualquer jeito.
É preciso levar em consideração algumas coisas bem importantes e tomar o cuidado para que essa redução no preço não afete negativamente a saúde do seu negócio. E por isso eu decidi colocar aqui alguns pontos que acredito que devem ser considerados na hora de reduzir o preço do seu serviço.

O que considerar na hora de reduzir o preço?

Antes de mais nada é importante deixar claro que essas são algumas dicas mais gerais e que cada caso deve ser avaliado individualmente, levando em consideração o ramo do design em que você atua, o seu modelo de negócio, o tipo de serviço que oferece e assim por diante.

Comece reduzindo os custos

Se você não sabe quanto gasta para produzir o seu projeto saiba que está cometendo um erro grave, é claro que falar sobre custos de projeto aqui nesse artigo seria muito difícil afinal de contas é um assunto que renderia muito mais texto e não é o foco dessa postagem, mas acho válido destacar aqui que você precisa saber em detalhes todos os custos que tem para prestar o seu serviço de maneira adequada e com qualidade.
Tente diminuir primeiramente esses custos, onde será essa redução é algo que só você poderá dizer, afinal é você quem comanda seu negócio. Considere trocar alguns fornecedores ou outros prestadores de serviço que te auxiliam em seu trabalho por outros que te ofereçam um preço mais baixo.
Como exemplo de custos que você pode tentar reduzir posso citar hospedagem do seu site, provedor de internet, materiais, gráfica, ilustrador, programador etc.
Reduzir os custos de produção é uma das maneiras mais eficientes utilizadas por vários modelos de negócios para reduzir o preço final de seu produto ou serviço.

Considere reduzir sua margem de lucro

Uma outra maneira de fazer a redução de preço de uma maneira coerente é reduzindo sua margem de lucro, essa margem é definida por cada um de acordo com os parâmetros utilizados na precificação do seu serviço, esses parâmetros podem incluir região, tipo de serviço, perfil do cliente etc.
Lucro é um outro ponto que deve sempre ser definido com coerência e cautela, assim como custo renderia um outro artigo, aqui gostaria apenas de dizer que em tempos de crise onde os clientes estão com medo de investir, nada mais prudente que reduzir nossa margem de lucro afim de manter o funcionamento do nosso negócio até que a tempestade se acalme.

Considere reduzir o tempo de desenvolvimento do projeto

Um fator que influencia diretamente no preço do seu serviço é o tempo necessário para que ele seja desenvolvido, ou seja, quanto maior o tempo necessário para a execução de um projeto mais elevado será o preço, logo é correto dizer que podemos diminuir o preço do nosso serviço realizando o projeto em menos tempo.
Uma maneira de fazer isso seria reduzir o tempo de algumas etapas do projeto como a pesquisa por exemplo, é claro que essa redução, assim como todas as outras já citadas, deve ser feita de maneira coerente.
Imagine por exemplo que ao fazer o orçamento de um determinado projeto você acredita que despenderia 5 horas de pesquisa, nesse caso poderia tentar reduzir esse tempo para 3 ou 4 horas buscando manter a qualidade da pesquisa, é claro!
Pode parecer uma redução baixa mas vale lembrar que nosso exemplo considera apenas uma única etapa de um projeto, que no caso é a pesquisa, imagine quanto pode ser reduzido em outras etapas do projeto como rascunhos, apresentação, prototipagem etc.

Não reduza o preço abaixo do valor dos custos

Esse é outro ponto fundamental na hora de fazer a redução do preço. Como eu disse no primeiro tópico você precisa saber exatamente quanto você gasta para executar os seus projetos, sendo assim nunca reduza o seu preço de forma que ele fique abaixo do valor dos custos pois isso lhe levaria a ter prejuízo.
O valor dos seus custos estabelece o limite da redução dos seus preços. Ou seja, se você gasta cerca de R$ 300,00 só para desenvolver um determinado projeto, é mais do que óbvio que você não pode cobrar R$ 200,00 do seu cliente simplesmente por que ele não pode pagar.
Ou seu cliente muda o briefing, aceitando algo mais simples e que tenha um custo menor, ou então você terá que reduzir os custos assim como eu já citei no primeiro tópico.
É importante destacar que isso é apenas um exemplo para ilustrar o que quero dizer, os valores de custos de um projeto podem ser bem menores que isso ou muito maiores dependendo de cada projeto e cada profissional.

Concluindo

Algo que vejo com certa frequência entre profissionais com pouca experiência de mercado é tratar o preço como algo simples e que pouco influencia no sucesso do negócio, porém quero deixar registrado aqui que determinar o preço do seu serviço é um tema que com certeza merece muito da sua atenção.
Se você sente que o seu negócio não está indo tão bem como poderia, pense por um momento se o seu problema não seria o preço que está cobrando pelo seu serviço.
Como uma dica extra eu gostaria de recomendar aqui a leitura de um livro excelente sobre como trabalhar como designer freelancer, estou falando do livro “Viver de Design” do autor Gilberto Strunk e da Editora 2AB, nesse livro você vai encontrar um capítulo inteiro destinado a explicar tudo o que você precisa saber sobre precificação e como definir o preço do seu serviço.
E qual é a sua opinião sobre esse assunto? Acredita que esse momento de crise exige que os designers freelancers reduzam o preço dos seus serviços? Não deixe de compartilhar a sua opinião aí nos comentários.
Se você gostou desse artigo e se ele te ajudou de alguma forma não esqueça de curtir e de compartilhá-lo com seus amigos em suas redes sociais. Não deixa também de acompanhar o meu trabalho através do meu perfil no Instagram e do meu portfólio no Behance.
Fonte: designzeroum.com.br

Vida de freelancer – 4 situações de negociação e como lidar com elas


Hoje eu estou aqui para falar sobre algumas situações de negociação que são comuns de serem encontradas quando trabalhamos como designer freelancer. Negociar é uma tarefa que sempre fará parte da comunicação direta com o seu cliente.
De maneira geral, tudo pode ser negociado pelo cliente: o prazo de entrega, os itens que serão criados, as formas de pagamento etc. Por isso é importante que você saiba como lidar diante de algumas situações que são comuns quando trabalhamos como freelancer e que podem vir a lhe causar problemas se você não souber como reagir a cada uma delas.
É claro que seria bem difícil listar aqui todas as situações de negociação que seu cliente pode apresentar, porém algumas delas costumam acontecer com certa frequência e são elas que gostaria de abordar hoje. Antes de prosseguir gostaria de informar que o texto desse artigo foi escrito com base no livro “Quanto custa meu design?” do autor André Beltrão e publicado pela editora 2AB.
Vejamos então quais são essas situações, suas principais características e como lidar com cada uma delas:

1 – Desconto por volume

Essa é uma das mais recorrentes. Normalmente acontece quando seu cliente solicita um projeto grande ou quando frequentemente contrata os seus serviços. Esse é um desconto que faz todo sentido afinal de contas você acaba otimizando algumas etapas de projeto como a pesquisa e o brainstorm.
Para saber corretamente o valor desse desconto basta fazer o orçamento dos itens caso fossem feitos de forma separada e depois orçá-los como um conjunto de peças desenvolvidos ao mesmo tempo.
quando for apresentar a proposta ao seu cliente liste os valores de cada item em separado e mostre o custo total, diga a porcentagem de desconto por volume e por fim o total com o desconto. É importante mencionar de quanto é o desconto por volume para que seu cliente tenha a noção de que está obtendo uma vantagem devido ao volume de itens do projeto.

2 – Permuta

A permuta nada mais é do que a troca dos seus serviços de design por um outro serviço ou produto. É importante considerar alguns pontos que você deve atentar ao trabalhar com permuta. Em primeiro lugar procure trabalhar com permuta apenas quando tiver algum tempo ocioso em sua agenda de trabalho.
Ao calcular o custo do projeto não inclua taxas e impostos afinal o cliente não vai pagar em dinheiro. Peça ao fornecedor que lhe envie o orçamento do serviço ou produto dele que será o material de troca, compare os orçamentos e se o seu custo for igual ou menor ao dele então esse é um bom negócio.
Tenha em mente que essa troca só deve ser feita se você não prejudicar nenhum projeto em que está sendo pago em dinheiro e se você estiver realmente precisando do serviço ou produto que será trocado.

3 – Itens extras a fazer

Outra situação bem comum é quando o cliente solicita algum item extra que não estava previsto na proposta original do projeto. É óbvio que você deve fazê-los mas deve deixar bem claro para o cliente que isso é mais trabalho e consequentemente exige mais remuneração.
Sempre que esses trabalhos “extras” surgirem durante o desenvolvimento do projeto alerte o seu cliente para que ele não veja isso como uma maneira de obter vantagem.
Aqui você tem duas alternativas: ou faz orçamentos complementares a medida em que novos itens ou demandas forem surgindo, ou fazer um orçamento complementar ao final do projeto, seja qual for a que você considerar ser a melhor para o seu trabalho certifique-se de que seu cliente está ciente e de acordo, lembre-se: o combinado nunca sai caro.

4 – Manutenção do projeto

Em vários tipos de projetos é bem comum que o cliente solicite a manutenção do projeto. Isso pode acontecer com a atualização de um website, a adaptação de uma marca para uma aplicação diferente, um novo desenho do mascote que representa a marca etc.
É bem importante estabelecer desde o contrato o que faz parte da criação do projeto e o que será considerado como manutenção do mesmo.
Eu particularmente recomendo que desde o briefing você já procure identificar se aquele tipo de projeto costuma demandar alguma manutenção e procure informar ao cliente que aquelas atividades relacionadas a manutenção serão cobradas, aproveite para tentar vender esse serviço juntamente com o projeto de criação, mostre ao seu cliente que essa opção pode sair mais em conta para ele.

Eu espero que esse artigo ajude você a estabelecer uma relação cada vez mais profissional com seus clientes sabendo como se portar diante de cada uma dessas situações de negociação. É importante deixar claro que o que fiz foi apenas dar algumas sugestões gerais sobre elas, é claro que você deve saber adaptá-las às necessidades do seu trabalho e do cliente.

Fonte: designzeroum.com.br

NOVO Logotipo Cooperativa Sicredi

Novo:


Antigo:


Fonte: google.com

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Principais sites de notícias do Brasil



Muitas vezes quando procuro por notícias de alguns países, encontro muitas dificuldades em saber em qual site confiar. Pensando nisso listei alguns sites de notícias do Brasil para que pessoas de outros países possam saber as verdadeira e confiáveis notícias de nosso país.

Segue a lista de sites de notícias confiáveis:

Notícias do Brasil e do mundo:






Notícias do Rio Grande do Sul e Vale do Taquari (Lajeado e Região):








Se você é de outro país deixe um comentário com algum site de notícia que recomenda de seu país.

STRANGER THINGS POSSIBILITA INTERAÇÃO COM A LOGO






Clique e veja:

STRANGER THINGS POSSIBILITA INTERAÇÃO COM A LOGO

Fonte: http://www.minutodesign.com.br/

E se os Pokémons fossem desenhados por Tim Burton

“Em tempos de PokémonGo” é uma série onde o Design Culture divulga imagens e vídeos onde a anaimação Pókémon está inserida ou algum assunto sobre o jogo.  Desta vez, conhecemos o trabalho de Vaughn Pinpin, um ilustrador da UP College of Fine Art que decidiu imaginar como seriam nossos queridos monstrinhos pela mente do Tim Burton. Confira abaixo.








Fonte: http://www.designculture.com.br/

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