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terça-feira, 8 de novembro de 2016

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

COMO OTIMIZAR SUAS IMAGENS PARA WEB SEM PERDER QUALIDADE


Muitos fatores são responsáveis para um carregamento rápido de um site. Desses fatores, o peso das imagens tem uma parcela significativa.
Você já aprendeu como escolher boas imagens para seus projetos. Mas, como otimizá-las para que seu peso seja o menor possível, mantendo ainda uma boa qualidade?
Nesse post, vamos abordar 2 maneiras:

Opção 1: Salvar para Web no Photoshop

O conhecido atalho Alt+Shift+Ctrl+S (Salvar para Web) do Photoshop permite escolher várias opções de qualidade para suas imagens, sendo possível testar em tempo real se aquela configuração é adequada para seu projeto.
No exemplo abaixo, escolhi uma imagem ilustrativa da Fotolia para testar algumas opções:

Imagem Original (196kb)

Grocery shopping cart with vegetables and fruits on supermarket background.
O painel Salvar para Web é bem intuitivo e fácil de ser explorado. O ideal é ir alterando a o campo Qualidade até encontrar o equilíbrio entre peso e qualidade da imagem.
Note que à medida que o valor do campo Qualidade é alterado, um novo peso é calculado no canto inferior direito.
otimizar-suas-imagens-para-web-sem-perder-qualidade-photoshop-salvar-para-web
Alterando o valor do campo Qualidade para 60, um ajuste muito simples, já é possível ter uma significativa redução do peso da imagem. Veja abaixo como ficou a imagem otimizada:

Imagem Otimizada (99kb)

otimizar-suas-imagens-para-web-sem-perder-qualidade-photoshop-tamanho-reduzido
Comparando as duas imagens, a diferença de qualidade é praticamente imperceptível, porém há uma diferença de quase 100kb de uma para outra.
Grocery shopping cart with vegetables and fruits on supermarket background.
Se houvessem 10 imagens como essa em uma seção de um site, a otimização pouparia aproximadamente 1Mb de carregamento.
Multiplique isso por dezenas, centenas ou talvez milhares de visitantes diários na página e a quantidade de tráfego economizado entre o cliente e o servidor será extremamente significativa. Viu como a otimização de imagens é importante?

Opção 2: Tiny JPG/PNG

Existe dois serviços gratuitos muito bons para quem deseja otimizar uma imagem de forma ainda mais simples: o TinyJPG e o TinyPNG.
Para usar, é bem simples: basta carregar as imagens para o site (máximo de 20 imagens por vez) e deixar que ele faça tudo. Vamos testar na prática?
Selecionei uma imagem da Fotolia com muitos tons de cores para testarmos o poder de compressão do serviço:

Imagem Original (263kb)

holi berlin
Depois disso, acessei o site TinyJPG e fiz o Upload da imagem acima. Em poucos segundos a compressão é feita, possibilitando o download da imagem otimizada logo em seguida.
tiny-jpg
Veja como ficou:

Imagem Otimizada (140kb)

otimizar-suas-imagens-para-web-sem-perder-qualidade-tiny-jpg-depois
Uma redução de quase 50% no tamanho da imagem com praticamente nenhuma perda de qualidade. Legal né?
Utilizando qualquer uma das duas formas citadas você conseguirá uma significativa melhora no tempo de carregamento de suas páginas.
Lembre-se que sites que carregam mais rápido são favorecidos pelo Google e outros mecanismos de buscas. Otimizar imagens é um dos processos de SEO (Search Engine Optimization).
Ah, vale lembrar também que esse tipo de otimização é válido somente para web. Caso seu projeto seja gráfico, talvez o melhor seria trabalhar com a forma “bruta” (sem compressão) da imagem para garantir uma boa impressão.
Conhece mais dicas para deixar suas imagens ainda mais leves em seus projetos? Compartilhe com a gente nos comentários logo abaixo!
Fonte: https://www.designerd.com.br

Jornal sustentável japonês se transforma em planta após leitura


O mundo digital chegou com tanta força que as mídias tradicionais de notícias estão perdendo cada vez mais seu espaço para os leitores. Querendo recuperar um pouco e pensando no lado sustentável do papel, um jornal japonês chamado “The Mainichi”, resolveu inovar e principalmente ajudar o meio ambiente com sua ideia.
O veículo criou um papel de jornal feito de material reciclado e de sementes compactadas ainda na hora da fabricação. Depois de lido, você só precisa colocar o papel em um vaso com terra e regar com frequência, transformando sua leitura diária em uma planta.
A ideia genial serviu de inspiração para grandes cidades do mundo que estão pensando em aderir o projeto.





Fonte: http://www.criatives.com.br/

Calculadora para Freelancer



Você sabe quanto vale a sua hora de trabalho?
Esta ferramenta do site 99 Jobs permite calcular o tempo do seu serviço, mostrando o valor com base nas horas trabalhadas, entretanto ela não calcula o seu empenho no serviço ou aquele toque artístico.
Defeito horrível é cobrar muito barato por um bom serviço, pois perde toda a credibilidade. Padronizar os preços também não é uma boa ideia, como disse anteriormente, cada projeto tem seu emprenho e esforço, uns serão mais desafiadores e outros você “tira de letra”.
Um Freelancer cobra de forma diferenciada cada projeto, a calculadora será maravilhosa para ter uma BASE de quanto cobrar ao seu cliente.
Tela 1 da calculadora:


Fonte: http://tanquedesign.16mb.com/

As melhores fontes de 2016 (gratuitas)


Um amor, uma palavra: tipografia. O ano de 2016 está recheado de novidades, inovação tecnológica e muitos trabalhos incríveis, inclusive se tratando das fontes. Se você estava buscando opções para usar em seu projeto, poderá conferir abaixo uma seleção especial, feita por nós. Usamos como referência o que blogs mundiais estão indicando sobre as melhores fontes gratuitas do ano, até os dias atuais. Aproveite! É só clicar nos títulos para baixar.
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Fonte: http://www.designculture.com.br/

5 DICAS DA ADOBE PARA SE TORNAR UM DESIGNER DE SUCESSO


A Diretora Senior da Adobe, Jamie Myrold, traz 5 dicas que com certeza te ajudarão a se tornar um designer melhor: só depende de você!

Como pessoas em outras áreas, o designer tende a cair num trajeto de carreira:
Se o seu primeiro trabalho for numa companhia de software, é provável que o próximo emprego também seja. Caso comece numa ONG, é provável que parte para outras. A não ser que você fazer escolhas de carreira deliberadas, é claro.
Os desafios de carreira  a serem resolvidos variam de designer para designer e de uma empresa para outra. Mas as seguintesregras cobrem a maior parte deles.

1. O bom designer faz perguntas SEM MEDO

Um job é um só um job, mas uma carreira é um problema de design.
A primeira habilidade que um designer precisa ter é a confiança para fazer perguntas. Não há problema em não saber tudo, e inclusive é até bom que não saiba pois isso te forçará a estar mais aberto a questionamentos.
Perguntas pode ser difícil, ainda mais quando você está rodeado de pessoas de maior hierarquia que te deixam com medo de parecer burro.
Mas se manter em silêncio é tão ruim quanto – afinal, você está numa reunião pois essas pessoas querem a sua ajuda, e a única maneira de você realmente resolver o problema delas é saindo sem dúvidas.
Isso é essencial para se tornar um designer melhor e criar a melhor marca da sua vida (ou qualquer outro projeto de sucesso)!

2. Pegue todas as oportunidades de liderança que encontrar

Você trabalha duro e não chega a lugar nenhum enquanto outros vão avaçando? Parece contraditório, mas é bem comum de acontecer.
Fato é que algumas pessoas parecem ser um carisma e liderança inatos, mas também é fato que isso pode ser aprendido – inclusive por você!
Para se tornar um grande designer, é necessário se promover: seja escrevendo em um blog (oi!), participando de concursos ou simplesmente se envolvendo em grandes projetos.
E não, não é difícil de se envolver em um grande projeto: há várias ONGs por aí precisando da sua mão-de-obra, basta você querer ajudar. Eu mesmo trabalho para uma think tank da ONU e não foi nada difícil conseguir a vaga!
Ao contrário da galera de MBA que já recebe treinamento de liderança antes de entrar no mercado, você como designer terá que correr atrás dessas habilidades: como em cursos gratuitos do edX, por exemplo.

3. Seja o Evangelista de Design na sua empresa (mesmo se ela desprezar o design)

Nem todas empresas apoiam o “modo designer de pensar”, e se você estiver em uma delas, você tem dois problemas a resolver:
• Fazer designs bons e lucrativos;
• Fazer os líderes entenderem a importância do design na empresa.
As vezes a empresa sabe que seu  site que não está gerando lucro, ou que seu app tem funções mal usadas, mas ela não sabe que você pode resolver esses problemas (que você é mais que o cara que deixa as coisas bonitas).
Nesses lugares, você tem que se tornar um pregador da palavra do design, trazendo credibilidade ao design através dos seus trabalhos na organização.
Vi muita gente que foi contratada para ser um mero designer e acabou liderando um departamento inteiro, e todos eles tinha uma coisa em comum:
  • Uma vontade natural de resolver problemas;
  • A determinação para melhorar os processos;
  • Um desejo de se conectar com as pessoas da organização.

4. Faça a amigos fora do setor de design

Geralmente, o designer se mantém na dele, alheio a todas oportunidades ao seu redor.
Essas oportunidades não irão se revelar: é seu trabalho caçá-las ao fortalecer seu networking com pessoas ao longo de toda a empresa.
Ao ensiná-los o processo de design e como ele pode impactar a empresa estrategicamente, o designer pode criar “excitação” por todos os times – afinal, o quão mais você envolve as pessoas, mais elas se importam com seu trabalho.
Comece se aproximando dessas pessoas aos poucos, procurando aquelas que parecem realmente apreciar a sua profissão: esses são os mais propensos a advogar a favor do design.
Descubra seus desafios e inclua-os em projetos através de reviews e conselhos (não os de “aumenta o logo”, obviamente, mas sim funcionais). São esses que podem te ajudar a resolver um problema técnico ou comercial, por exemplo.
Quanto mais respeitada essa pessoa for na empresa, mais respeito você pode vir a ser! Só cuidado para não ser o interesseiro.

5. Persiga os problemas interessantes

O que acontece se um designer tenta promover a prática do design, mas não tem nenhum progresso?
Se perguntar se há problemas melhores a serem resolvidos; a resposta depende do quanto você acredita no projeto para o qual foi contratado.
Ter um senso de orgulho no seu trabalho tende a gerar a energia essencial para vencer obstáculos, portanto, se a sua empresa não vende algo com o qual você se importa, será difícil fazer alguma diferença na empresa.
Talvez seja a hora de procurar outra vaga, ou até mesmo começar seu home office – hoje em dia, há oportunidades para designers em todos os lugares.
E se você estiver com medo de cair fora (afinal, estamos em crise), tente usar seu tempo para afiar a sua carreira em vez de assistir Netflix!
Fonte: http://www.temporalcerebral.com.br/

Holovect é a prova de que já vivemos no futuro! Hologramas no ar, eles finalmente chegaram


Disponível no Kickstarter, o Holovect Mk II é um protótipo de aparelho que literalmente desenha no ar. Esse não é o primeiro projeto que promete hologramas (embora a empresa os denomine “imagens vetoriais volumétricas”), mas certamente é um dos mais impressionantes.

O grande diferencial desse projeto, é que ao contrário de muitos outros, ele não necessita de uma superfície visível que reflita os raios de luz. Aqui, utilizando lasers e manipulações de ar em determinada área, as projeções podem ser vistas de qualquer ângulo, e até “tocadas”.

O foco do Holovect é em arquitetos, artistas, programadores, e até o consumidor comum. O aparelho proporciona que os projetistas criem seus desenhos e os transformem em hologramas instantaneamente, ainda com a possibilidade de fazer modificações em tempo real.

Uma das desvantagens é seu tamanho – o aparelho projetor não é pequeno, consiste de uma base que manipula o ar em um cubo 12cm x 12cm x 12cm, e um projetor que dispara os lasers. E ele também não é barato. Para conseguir colocar as mãos no equipamento você deve apoiar o projeto com pelo menos US$ 799. Para adquirir a versão com hologramas coloridos e maior área de atuação, o desembolso é bem maior, US$ 1800.

Fonte: http://www.b9.com.br/

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Guia do espaço e designer de órgãos: organização lista 10 profissões do futuro


Foi-se o tempo em que as respostas para a pergunta "o que você quer ser quando crescer?" eram apenas "médico", "advogado" e "professor".
Futuras gerações devem ter opções muito mais criativas, como "guia turístico do espaço" ou "designer de órgãos do corpo".
É o que diz o relatório Tomorrow Jobs, feito em parceira pelo Future Lab, consultoria que tenta prever tendências em 14 áreas, e a Microsoft Surface, área da empresa voltada para estudantes.
O relatório descreve dez empregos que não existem hoje mas que, segundo a consultoria, existirão em dez anos.
"Tenho que ser honesto: alguns empregos desta lista surpreenderam até a gente, e não é muito fácil nos surpreender", disse à BBC Steve Tooze, futurologista do Future Lab.
De acordo com o Departamento de Empregos americano, 65% dos estudantes de hoje irão trabalhar em carreiras que ainda não existem. 
Veja abaixo os empregos do futuro:

1. Arqueólogo de lixo espacial

Sua tarefa será localizar e explorar destroços de materiais na órbita da Terra. Também farão tours guiados em naves abandonadas e satélites fora de uso, enquanto coletam, arquivam e decifram cada item recuperado.

2. Especialista em armazenamento de memória

O relatório prevê que, no final dos anos 2020, interfaces cérebro-software que antes eram usadas apenas por neurocientistas irão se popularizar. Com isso, as pessoas poderão ler e capturar pensamentos, memórias e sonhos.
Esses especialistas teriam a função de ajudar os usuários a aumentar a capacidade de armazenamento de suas mentes. Com isso, elas poderão acessar mais lembranças e experimentá-las quando quiserem.

3. Estrategistas de recuperação da natureza

Com a previsão de que a população da Terra ultrapasse os 9 bilhões, os ecossistemas naturais estarão no limite em 2025. Esse profissional irá reconstruir ecossistemas usando fauna e flora de todo o mundo. A ideia é que ele possa reintroduzir plantas e animais extintos em diversas regiões, além de ajudar os animais a migrarem quando necessário.

4. Profissional de inovação de bateria

O estudo prevê que, em alguns anos, haverá um aumento do uso de energias renováveis, como solar e eólica. Porém, será preciso ter energia armazenada para dias em que não haja sol ou vento
Quem fará isso são esses profissionais, que combinarão diferentes elementos para inventar novos tipos de armazenagem de energia. Eles também irão supervisionar a instalação de supercarregadores para lidar com a demanda crescente por energia gerada pelo aumento do uso da "internet das coisas".

5. Designer de partes do corpo

Futurologistas preveem que, com os avanços da tecnologia, a média de idade dos humanos supere os cem anos. Isso vai acontecer com a popularização das técnicas de substituição de órgãos e tecidos humanos.
O designer de órgãos vai projetar membros que combinem com o tom de pele e musculatura, além de criar novas aparências ou aumentar a funcionalidade de membros para determinadas funções ou esportes.

6. Designer de ambientes virtuais

Por volta de 2025, milhões de pessoas passarão uma boa parte do dia trabalhando, jogando ou viajando em ambientes de realidade virtual. Mas essa experiência precisará ser imersiva a ponto que quase não seja possível diferenciá-la do mundo real. Por isso, será preciso ter profissionais como arquitetos e design de interiores que trabalhem apenas no ciberespaço.

7. Ativista de ética tecnológica

Na próxima década, o relatório prevê que a tão esperada era dos robôs finalmente chegará. Eles poderão ser assistentes pessoais, técnicos de trabalhos manuais ou atendentes de serviços ao consumidor, por exemplo.
Mas eles roubarão os empregos das pessoas? Quem irá regular isso? É aí que entra a figura do ativista, que atuará junto a governos para decidir o que os robôs podem ou não podem fazer.

8. Comentarista de cultura digital

Acredita-se que o sucesso de redes sociais de apelo visual, como Instagram e Pinterest, mostre que as novas gerações se engajem cada vez mais com a cultura por meio de imagens. Por isso, será necessário ter alguém que transforme cultura e artes em imagens, além de adaptar a cultura de marcas a essa nova realidade.

9. Biohacker freelance

Um ambiente antes restrito a acadêmicos irá se abrir para profissionais que não precisam publicar artigos ou dar aula e, com isso, podem explorar mais sua criatividade.
O relatório prevê que, em dez anos, a medicina também passará a se aproveitar de crowdsource e soluções inovadoras na busca de vacinas, antibióticos e curas de doenças. A ideia é que esses profissionais freelance se unam em ambientes online e usem ferramentas de edição de genes, por exemplo, para buscar curas de doenças.

10. Criação na área de dados da internet das coisas

Muita gente não sabe, mas já está usando a internet das coisas, com carros e eletrônicos que têm softwares que coletam dados. A tendência é que isso aumente --seu tênis pode reunir dados sobre sua corrida para você, por exemplo.
O profissional dessa área irá unir e interpretar esses dados, de forma a oferecer mais serviços úteis para o consumidor.
Fonte: http://economia.uol.com.br/

Subway irá adotar novo logo em 2017


A rede de lanches Subway irá adotar um novo logotipo e identidade visual no próximo ano. Após 15 anos sem mudanças, a nova marca se torna versátil e passa a contar com um símbolo/ícone, uma variação do logo.
Intitulado de “próximo passo”, em analogia a evolução do pedido dos lanches, o redesign traz a mudança da posição em que as cores estão na tipografia. Além disso, o traçado que fazia parte da marca deixa de existir.
Estamos em uma viagem emocionante para atender os gostos em mudança dos nossos clientes “, disse Suzanne Greco, presidente e CEO da Subway. “A marca Subway é reconhecido em todo o mundo , e este novo visual reforça o nosso compromisso com a ficar fresco e com visão de futuro com um design que é clara e confiante sem perder de vista a nossa herança “, conclui.


Fonte: http://designconceitual.com.br/


Dell troca de logotipo após seis anos




A empresa de tecnologia Dell anunciou nesta quinta-feira (8) o novo logotipo da empresa. Sem muitas alterações, a tipografia perdeu o estilo negrito e está mais fina.

Além disso, as alterações irão acontecer em outras empresas ligadas ao grupo, a Dell Technologies e Dell EMC.



Fonte: http://designconceitual.com.br/


Universal Studios apresenta redesign do logotipo

O estúdio de filmes e parque temático Studio Universal passou por uma renovação nas estruturas da empresa. Para comemorar isso, um redesign de logotipo das sedes de Orlando e Hollywood foram feitos.
No trabalho, segundo Scott Sorenson e Struck Librarian, duas frentes deram a direção ao projeto: a evolução da história da tipografia anteriro e uma revisão completa do logotipo.
A principal mudança foi a retirada do anel no centro do logotipo em ambas as versões. Quanto às cores, o logo de Orlando deixou o azul de lado no nome da cidade, enquanto em Hollywood, o vermelho se tornou dourado.
Outra alteração foi a padronização das marcas das duas sedes, que antes possuía características diferentes.

“Ao invés de uma série de marcas exclusivas, existe agora um   a família de marcas visualmente semelhantes para todos os ativos na carteira de parques Universal”, diz a nota.


Fonte: http://designconceitual.com.br/

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