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terça-feira, 27 de junho de 2017

NOVO Site Camel Trip Marocco feito por nós!!



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o NOVO site da Camel Trip Marocco!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

quarta-feira, 31 de maio de 2017

AS MENSAGENS POR TRÁS DE 7 LOGOS FAMOSOS

Um logotipo pode dizer muito a respeito da marca que representa. Suas cores, formas e disposição dos elementos podem trazer mensagens a respeito da origem ou dos valores da empresa.
Nesse artigo, selecionamos 7 logos famosos e pesquisamos a mensagem por trás deles. Confira:

Domino’s

Tom Monaghan, criador da rede de pizzarias, cresceu em um orfanato. Com U$ 900 iniciou seu negócio em 1960, comprando sua primeira unidade, chamada DomiNick’s. Depois de 5 anos já estava comprando mais 2 estabelecimentos, mas foi aí que o antigo dono da pizzaria não permitiu que ele continuasse a usar o nome. Foi então que surgiu o nome Domino’s, a partir de uma sugestão de um dos seus entregadores.
A curiosidade do logo deles é que cada um dos pontos representam as 3 primeiras unidades da rede. Dizem também que a ideia inicial de Tom Monaghan era incluir um ponto para cada nova unidade, mas aí o logo já estaria com aproximadamente 12 mil pontos… Não seria muito clean.

Amazon

Um das maiores empresas do mundo teve seu carro chefe no e-commerce por muito tempo. E comprar pela internet tem como uma das características a facilidade de comprar e receber o produto sem sair de casa. Quem não gosta de facilidades?
Por isso, uma das mensagens no logo da Amazon é o sorriso criado pela seta laranja, demonstrando a satisfação de fazer uma compra na tela.
Outra conhecida característica da marca é que essa mesma seta indica que eles vendem de tudo… De A até Z.

Toyota

A empresa que hoje responsável por uma das maiores frotas de carros em produção tem algumas características interessantes em seu logo que é o mesmo desde 1990.
Ao olhar para o símbolo, podemos ver 3 elipses com traços de grossuras diferentes (imitando os traço dos pincéis japoneses). Segundo a empresa, o significado das duas elipses internas é de que uma representa os clientes, suas vontades, necessidade e etc; e a outra representa os produtos da empresa. E a elipse por trás representa o avanço tecnológico trazido pela Toyota.
Além dos valores que a empresa consegue passar com as formas apresentadas, eles fizeram um incrível trabalho representando todas as letras do nome TOYOTA como no GIF abaixo:
Comentário pessoal: Eu já cheguei a pensar que era algo como uma cabeça de touro vista de frente.

NBC

Que existe um pavão no meio não é novidade para ninguém. É só olhar o espaço negativo no centro do logo, para quem nunca tinha visto antes.
Mas qual o motivo de ser um pavão? Seria o orgulho pela marca?
A história vem desde 1956, quando a primeira versão do logo foi criada por John J. Graham. Ele escolheu o pavão com a intenção de mostrar várias cores, já que na época a televisão a cores era ainda uma novidade.

BMW

Um pouco de história dessa grande e desejada marca de carros: Antes de ser BMW, parte majoritária da empresa já existia com outro nome, a empresa se chamava Rapp Motors. Até então, a Bayerische Motoren Werke não tinha um símbolo criado, apesar de já existir. Com a junção da Rapp Motors na empresa, o logo da BMW foi criado.
Segundo o historiador Kai Jacobsen, diferente do que muitos pensam, o símbolo não representa uma hélice de avião em movimento, mas sim uma homenagem ao antigo logo da Rapp Motors. E as cores azul e branco não representam o céu, mas sim as cores da Baviera, estado alemão que originou a marca.

Tesla

Além de um óbvio T do nome Tesla, o que mais você enxerga na marca desses incríveis carros elétricos?
Primeiramente sobre o nome da empresa de Elon Musk: Tesla é uma homenagem ao grande inventor Nikola Tesla que atuou principalmente nos campos da engenharia mecânica e eletrotécnica no fim do século XIX e início do XX. Ele foi um dos principais responsáveis pelos sistemas elétricos que conhecemos hoje, base mesmo dos carros da própria fabricante que leva o nome dele.
Segundo Musk, o símbolo não é apenas um T, mas também representa a seção transversal de um motor elétrico. A parte inferior da letra representa um dos pólos que fica fora do rotor do motor e a linha superior representa uma seção do estator.
Apesar de que ficaria muito feliz se ganhasse um carro elétrico, não entendo bem como funciona, por isso, caso essa última informação não esteja totalmente correta, especialistas e mais entendidos no assunto podem comentar abaixo.

DC Comics

A versão atual foi alterada em 2016, substituindo aquele D sobrepondo o C como em uma mudança de página. Essa alteração deu muito o que falar e não ajudou com o fato de diversas de suas estreias no cinema também não terem agradado muito.
Mas o crédito aqui não vai apenas ao fato de ter usado um design clean, mas sim o significado por trás do símbolo. Jim Lee disse que a tipografia utilizada é baseada em um tipo de híbrido do S do símbolo do Super Homem, o WW da Mulher Maravilha e o símbolo do Batman.
Fonte: https://www.designerd.com.br/

ENTENDENDO AS REGRAS DE CORES


A cor é um elemento essencial para a criação de qualquer peça. Sabemos que elas podem trazer à tona sentimentos, impressões, criar contrastes, etc. Quando utilizamos cores, nada pode ser por puro acaso.
Por isso já falamos outras vezes sobre a utilização de ferramentas que auxiliam na criação de paletas de cores ou mesmo se basear em uma paleta de cor a partir de uma foto ou a própria marca do cliente. Mas que essa paleta seja respeitada até o fim!
Caso você crie uma paleta do zero, ou no mínimo a partir de uma cor base, você vai perceber que na maioria das ferramentas, elas irão apresentar algo chamado “regra de cor”. Isso não está lá apenas para que as cores fiquem em posições diferentes no círculo cromático.
Vamos ver um pouco sobre as principais agora:

Análogo

Como estou usando o Adobe Color para esse exemplo, vou seguir a ordem que está no próprio menu das suas regras de cores, começando pelo análogo.
Depois de escolher sua cor base, automaticamente as outras cores vão se posicionar de maneira próxima, mantendo um ângulo idêntico entre elas. Isso faz com que todos tenham uma cor base em comum. No exemplo acima, a partir do vermelho posso utilizar de um lado tons de roxo e do outro, tons de laranja. Todas tem em comum a mesma cor em sua formação, o meu vermelho base.
Essa é uma das regras mais harmônicas para suas composições, sem deixar um efeito monótono, já que estamos utilizando matizes diferentes.

Monocrático

Aqui nós utilizamos apenas uma matiz, ou seja, apenas a cor base. As variações ocorrem na saturação e luminosidade, conseguindo cores mais vivas, neutras, claras ou escuras, mas no nosso exemplo, são todas em tons de vermelho.
Tomando sempre cuidado para não fazer com que sua combinação fique monótona, é uma aposta certeira para criar uma composição em que deseja explorar ao máximo o sentido de uma determinada cor.
Uma composição com essas variações de vermelho poderia resultar em algo vivo, apaixonado, quente, e tantas outras características da cor tratada.

Tríade

As cores básicas (amarelo, vermelho e azul) são uma tríade, chamada de tríade primária. Se olhar essas 3 cores no círculo cromático, você vai perceber que elas mantém uma distância por igual entre si.
Esse efeito contrastante pode ser muito bem aproveitado quando utilizado para destacar alguns detalhes. Diversas grifes de roupa utilizam a regra da tríade para suas combinações, escolhendo duas cores principais e a terceira para alguns pontos presentes na roupa.
A tríade primária é muito utilizada no cenário infantil. Brinquedos, desenhos, etc. abusam dessas 3 cores.
A tríade secundária (verde, laranja e violeta) são mais harmônicas pois compartilham a base das cores primárias, ou seja, são menos puras.

Complementar

As cores complementares são as opostas no círculo cromático. Verde com vermelho, amarelo com azul, laranja com ciano, etc.
Essa combinação cria o que podemos chamar de harmonia por contraste. Estranho, né? Mesmo sendo duas palavras que normalmente não são usadas juntas, o contraste na arte e design serve justamente para complementar algo.
Quando o objetivo é criar imagens vibrantes e fortes, essa regra é uma boa opção, pois o contraste faz com que as duas cores tenham uma força maior juntas. Mas, assim como na tríade, a não ser que o objetivo seja chocar, não é uma boa escolha deixar as duas cores igualmente intensas, pois isso pode gerar uma imagem cansativa.

Composto

O composto lembra um pouco a regra anterior (complementar) mas com um leque maior, pegando algumas cores vizinhas às cores complementares principais. Isso te dá tanto mais flexibilidade como chance de erro.
Essa regra compartilha a possibilidade de criar efeitos contrastantes da regra complementar, mas sem o choque de cores que a mesma faria. Ou seja, o composto é uma combinação mais suave, se bem aplicada.
Como você tem aqui mais opções de cor, e todas tem algum nível de contraste entre si, essas cores a todo tempo podem brigar em sua criação. Novamente, então, fica a dica de escolher sua cor principal e utilizar as demais para destacar alguns detalhes.

Sombras

Essa é a combinação visualmente mais fácil de identificar e com certeza a mais neutra de todas, já que aqui nós trabalhamos com a mesma matiz e variamos apenas a luminosidade, diferentemente da regra monocromática que também varia a saturação.
Como já diz no nome, é uma boa opção para dar efeito de luz e sombra neutras nos objetos que está criando.


Espero que com esse resumo de cada regra, elas tenham ficado mais simples de entender. Até a próxima!

https://www.designerd.com.br

Vantablack é a tinta mais escura que existe


No design gráfico, ao utilizamos a cor preta, utilizamos 100% de “K” na escala CMYK. Se quisermos um preto ainda mais preto, podemos através de um simples recurso gráfico adicionar um pouco de ciano na composição. Obteremos algo como 30/0/0/100. O resultado na impressão é um preto ainda mais escuro.
Em busca de uma cor ainda mais escura, cientistas britânicos desenvolveram uma nova tinta, chamada de Vantablack. Essa “cor” pode facilmente ser considerada a mais escura já produzida pela humanidade. Também disponível em versão em spray, a Vantablack é tão preta que faz com que objetos tridimensionais aparentem ter sido recortados em um software de edição de imagens. O segredo para o efeito está na capacidade do material de absorver luz: 99,8% dos raios visíveis acabam retidos.


Ao olhar as fotos que os pesquisadores têm exibido, você sempre vê uma espécie de “buraco”, cujo tamanho obedece os contornos das formas tridimensionais. No entanto, somos capazes de reconhecer apenas o formato, e não toda a complexidade do objeto coberto pela tinta.


Como a Vantablack funciona?

Nossos olhos dependem da quantidade de luz refletida para enxergar um objeto. As superfícies cobertas pela Vantablack são tão escuras que simplesmente não refletem o mínimo de luz necessário para que o cérebro interprete a imagem criada.
A explicação para o fenômeno está na estrutura nanoscópica da tinta. Quando envolve um objeto, ela cria uma camada de milhões de nanotubos de carbono. Eles são estruturas muito pequenas, com 20 nanômetros de diâmetro e comprimento entre 14 e 50 micrômetros, e estão organizadas de modo a criar “armadilhas” para absorver a luz.
Quando os raios atingem o material, acabam sendo isolados nos vãos entre os nanotubos, o que bloqueia quase toda a luz incidente. “Para entender o efeito, tente se imaginar andando em uma floresta em que as árvores tem 3 km de tamanho, ao invés dos 10 ou 20 metros usuais. É fácil ter uma ideia da quantidade de luz que chegaria até você – quase nenhuma”, explicam os pesquisadores da Surrey Nanosystems, nessa lista de perguntas frequentes.


O grupo deixa claro também a inviabilidade da aplicação da invenção em métodos, digamos, menos nobres. Isso quer dizer que você não conseguirá usar a tinta mais escura do mundo no seu carro, ou para fazer para si uma roupa tipo a do Batman. O contato direto com a pele não é recomendado e o preço disso seria bastante caro. No entanto, amostras já estão disponibilizadas em universidades ou museus.
No vídeo abaixo, objetos revestidos pela tinta Vantablack são iluminados e comparados com outros materiais. É assustador perceber como essa tinta não reflete luz nenhuma.

http://cemporcentodesign.blog.br

O luxuoso ramo do design de joias


Área que vem ganhando cada vez mais força no ramo de criação, o design de joias é uma interessante e luxuosa área que une o design à moda e tem se tornado ainda mais valioso no mercado. O designer de joias tem a função de desenvolver croquis dos produtos, modelos, e também realizar processos de restauração de peças. Ele deve estar presente em quase toda a fabricação, pois é ele quem escolhe as cores a serem utilizadas, formatos, cravações e lapidações das pedras (ou gemas). O processo de fabricação de uma joia ainda hoje é predominantemente artesanal, visto que é preciso que cada peça seja manuseada com muita delicadeza e profissionalismo. Quase sempre é um ourives que exerce essa função.
Joias sempre foram consideradas sinônimo de luxo e poder, desde tempos antigos onde monarcas se ornamentavam o quanto podiam para deixar claro sua forte influência e soberania sobre os demais na corte. Nos dias de hoje toda essa ostentação já não é vista em muitos lugares, mas ainda assim possuir joias, ou até mesmo imitações muito bem feitas, é sinal de poder e gosto refinado.
Para que o criador de joias possa fazer um bom trabalho em seus produtos, é essencial que ele conheça alguns termos técnicos no processo de fabricação dessas peças. Além disso, também é fundamental que se conheça os tipos de pedras e suas variações, assim como estar a par das tendências do mercado que estão vigorando no momento da criação.
CRAVAÇÃO
A cravação nada mais é do que a maneira como a pedra é presa na peça. Dessa forma, o designer precisa definir na hora de sua criação qual  cravação será mais adequada ao tipo de pedra escolhida  e à estética da joia. As cravações do tipo Inglesa (em que um aro “pressiona” todo o redor da gema) e a de garras são as mais comuns no mercado joalheiro.



Área que vem ganhando cada vez mais força no ramo de criação, o design de joias é uma interessante e luxuosa área que une o design à moda e tem se tornado ainda mais valioso no mercado. O designer de joias tem a função de desenvolver croquis dos produtos, modelos, e também realizar processos de restauração de peças. Ele deve estar presente em quase toda a fabricação, pois é ele quem escolhe as cores a serem utilizadas, formatos, cravações e lapidações das pedras (ou gemas). O processo de fabricação de uma joia ainda hoje é predominantemente artesanal, visto que é preciso que cada peça seja manuseada com muita delicadeza e profissionalismo. Quase sempre é um ourives que exerce essa função.
Joias sempre foram consideradas sinônimo de luxo e poder, desde tempos antigos onde monarcas se ornamentavam o quanto podiam para deixar claro sua forte influência e soberania sobre os demais na corte. Nos dias de hoje toda essa ostentação já não é vista em muitos lugares, mas ainda assim possuir joias, ou até mesmo imitações muito bem feitas, é sinal de poder e gosto refinado.
Para que o criador de joias possa fazer um bom trabalho em seus produtos, é essencial que ele conheça alguns termos técnicos no processo de fabricação dessas peças. Além disso, também é fundamental que se conheça os tipos de pedras e suas variações, assim como estar a par das tendências do mercado que estão vigorando no momento da criação.
CRAVAÇÃO
A cravação nada mais é do que a maneira como a pedra é presa na peça. Dessa forma, o designer precisa definir na hora de sua criação qual  cravação será mais adequada ao tipo de pedra escolhida  e à estética da joia. As cravações do tipo Inglesa (em que um aro “pressiona” todo o redor da gema) e a de garras são as mais comuns no mercado joalheiro.


LAPIDAÇÃO
A lapidação é essencial para que uma pedra se torne esteticamente bonita para compor uma joia de luxo. Com ela, as pedras antes encontradas em seu estado bruto ganham brilho, e destacam de forma mais elegante as suas formas. Abaixo você pode ver outros tipos de lapidações em gemas
QUILATE
Quando se fala em quilates, pode-se estar designando o termo tanto à pureza da peça quanto ao peso. Isso porque para pedras preciosas, o quilate se refere a uma unidade peso, em que 1 quilate equivale a 200 miligramas de uma pedra. Já com o ouro, o quilate se refere à pureza do material no produto em que se encontra. Dessa forma, se uma joia é criada com a mistura entre o ouro e outros metais (geralmente prata ou cobre), na maioria das vezes a pureza desse ouro é 18 quilates (18 partes de ouro + 6 partes de outros metais). Se a peça for constituída de ouro puro (24 partes), esse ouro terá 24 quilates.
Além de todos esses detalhes, escolher a pedra que fará parte da peça também é de extrema importância para um designer de joias. Há inúmeras opções, que variam cores, texturas e opacidade. O designer deve escolher a que melhor se adeque ao seu conceito e estética. Muitas das pedras de luxo são encontradas no Brasil, o que tem ajudado para que o país, cada vez mais, se firme no ramo joalheiro de luxo do mundo todo, que tem hoje gigantes como a Tiffany & Co. como uma de suas principais referências. Abaixo você pode conferir algumas das principais gemas utilizadas no mercado de joias.
Dessa forma, o profissional que deseja se aventurar nesse criativo e luxuoso ramo do design, deve levar consigo uma ampla mala de conhecimento e criatividade para criar produtos que sejam ímpares, usáveis e comerciais. Esse ramo, cada vez mais em ascensão no Brasil e no mundo, tem dado incríveis oportunidades para novos profissionais capacitados, e você pode ser um deles.

Fonte: http://designculture.com.br

Adobe cria algoritmo que mescla duas imagens em uma só


Que designer nunca sonhou em escolher duas imagens e receber já a mescla delas, feita de forma uniforme e perfeita sem ter que passar horas e mais horas trabalhando nisso? Pois bem, essa já é uma realidade que existe e acreditamos que logo logo será disponibilizada no nosso tão amado Photoshop.
Um grupo formado por 4 pesquisadores, sendo 2 deles da Adobe, Sylvain Paris e Eli Shechtman e os outros dois membros da Cornell Universety, Fujun Luan e Kavita Bala, desenvolveram um algoritmo que é capaz de analisar duas imagens e mesclar elas.
O algoritmo trabalha da seguinte maneira: São colocadas duas imagens, uma de estilo e outra de referência e ele devolve uma nova imagem com a mesma cena colocada, porém com o estilo da de referência.
Por mais complexo que possa parecer o algoritmo, batizado de Deep Photo Style Transfer, trabalha de maneira simples e promete revolucionar os softwares de edição da Adobe. Veja mais alguns dos resultados obtidos durantes os testes:




Se você é um daqueles curiosos ou apaixonados pelos detalhes técnicos é possível encontrar o código do algoritmo através do GitHub ou as informações técnicas neste link.

Fonte: https://www.publicitarioscriativos.com


quarta-feira, 29 de março de 2017

5 DICAS DE SOBREVIVÊNCIA PARA DESIGNERS GRÁFICOS (E-BOOK GRATUITO)


Já passou por momentos turbulentos em sua vida profissional? Muitas vezes vivenciamos aquela fase onde o mar não está pra peixe e a maré de azar parece não passar.
Mas são em épocas como essas que os bons profissionais se destacam, conseguindo contornar a crise e mostrando seus diferenciais.
Se você busca destaque no mercado de trabalho como designer gráfico, o pessoal da Mister Print preparou um e-book muito interessante com 5 dicas de sobrevivência para designers gráficos.
O e-book é gratuito e pode ser baixado clicando na imagem abaixo:

Qual o conteúdo do e-book?

Você sabe a diferença entre Marca PessoalMarketing Pessoal e Personal Branding? A primeira dica do e-book trata sobre isso de forma bastante didática e esclarecedora.
Você verá também a importância de fazer um portfólio o quanto antes (afinal é através dele que seus potenciais clientes ou empresas verão suas habilidades, qualificações e experiência antes de te contratar) e terá dicas de plataformas para criar um.
Entenderá como o planejamento é importante para um designer gráfico. Como diz certo trecho do e-book, “planejar é ter um norte, não uma garantia de que tudo irá acontecer exatamente como planejou”.
Tem dúvidas sobre prospecção? Aplicando o passo-a-passo do e-book você terá mais chances de conseguir (e fidelizar) clientes, além de conferir uma importantíssima dica final.
Tem bastante conteúdo de qualidade te esperando. Baixe gratuitamente e comece a lê-lo hoje mesmo!
Depois conte-nos o que achou!

Fonte: https://www.designerd.com.br
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